Confira abaixo as histórias de sucesso que a Ademilar ajudou a construir! Envie você também a sua história!
Conte-nos sua história
Nome: Franklin Yukio Sakamoto - Clínica maior em Maringá
Grupo: 310 - Cota: 8
Para expandir a nova unidade de sua clínica, o fisioterapeuta Franklin Yukio Sakamoto, de Maringá (PR), escolheu o consórcio de imóveis. Ele
comprou a cota na Ademilar em maio do ano passado e foi contemplado, por lance fixo, já na primeira assembleia de participação. A reforma da
clínica começou em fevereiro e a previsão é de que a obra esteja concluída até agosto. O fisioterapeuta destacou o trabalho da Ademilar: “Fui
prontamente atendido em todas as fases da negociação, desde a aquisição da cota até a liberação do crédito”, afirma. Ao comparar o consórcio
com o financiamento, Franklin não hesitou em escolher a primeira modalidade para a sua reforma. O motivo: os altos juros do financiamento.
Bastante satisfeito com o consórcio, o fisioterapeuta disse que compraria outra cota. “Além de ser uma ótima forma de poupar, caso seja
contemplado, você passa a ser um investidor. Acredito que o sistema seja a melhor opção para as pessoas que querem concretizar o sonho de
reformar, construir ou adquirir um imóvel”, completa.
Foto: Maria Ortiz
Nome: Renata L. Aires - Casa própria no Brasil
Grupo: 330 - Cota: 141
Há sete anos morando na Espanha, a farmacêutica Renata L. Aires já garantiu sua casa própria no Brasil. Em uma das suas viagens a Curitiba
para visitar a família, ela resolveu comprar uma cota de consórcio da Ademilar. “A ideia era investir em algo, fazer uma poupança. O consórcio
foi a opção mais interessante, pois a Renata queria ter um imóvel quando voltasse para cá”, conta a mãe, Suzana Oliveira. A contemplação por
sorteio aconteceu dois anos após a compra da cota e deixou Renata surpresa, até porque ela não tinha pressa em conquistar a carta de crédito.
Renata, então, adquiriu em dezembro do ano passado um apartamento no Cristo Rei, realizando seu sonho de morar nesse bairro. Em busca de
mais tranquilidade, Suzana alugou o apartamento onde morava no Centro e se mudou para o Cristo Rei. Quando Renata retornar ao Brasil, já
terá a segurança da casa própria.
Nome: Rodrigo Fontana - Livre do aluguel
Grupo: 350 - Cota: 33
Três anos pagando aluguel foram suficientes para o engenheiro Rodrigo Fontana (na foto com a esposa e a filha) começar a pensar em ter seu
próprio imóvel. Um amigo que já tinha utilizado o consórcio para comprar um carro comentou com ele sobre as vantagens da modalidade. No
final de 2010, Rodrigo decidiu, então, adquirir uma cota com a Ademilar em Ponta Grossa (PR). Em apenas dois meses, o engenheiro conseguiu
a contemplação por lance e já em janeiro deste ano estava morando em sua nova casa, no bairro Uvaranas. “A Ademilar foi a administradora
que me apresentou a menor taxa de administração. Além disso, a empresa me deu todo o suporte na hora de regularizar a documentação do
imóvel”, comenta Rodrigo. Para ele, o consórcio funciona como uma poupança. “Se ficamos com o dinheiro, acabamos gastando, e não
investindo em algo para o futuro. Indico a modalidade para todo mundo, é um ótimo negócio!”, afirma.
Foto: Clebert Gustavo
Nome: Flávio Fonseca Ribeiro - Novo lar em Joinville
Grupo: 370 - Cota: 23
Duas cotas da Ademilar fizeram com que o executivo Flávio Fonseca Ribeiro realizasse o sonho de ter uma casa nova. Em 2008, ele comprou as
cotas e já no ano seguinte vieram as contemplações, uma por sorteio e outra por lance. Com o terreno regularizado, Flavio começou
rapidamente a construção de seu novo lar, apenas um mês após conseguir a carta de crédito. Em seis meses, a casa, no bairro Costa e Silva,
estava pronta! O fato do consórcio não cobrar juros, somente uma pequena taxa de administração, foi decisivo para Flávio no momento em que
ele analisou qual seria a maneira mais econômica de construir o seu imóvel. “Financeiramente, valeu muito a pena optar pela modalidade. Já
indiquei o consórcio para cinco pessoas. Para quem não quer e/ou não pode arcar com os juros de um financiamento, por exemplo, as
vantagens são imensas”, afirma Flávio.
Foto: Elton Costa
Nome: Kelly Cabral - Financiamento quitado e reforma no sobrado
Grupo: 410 - Cota: 223
A administradora de empresas Kelly Cabral se diz fã de carteirinha da Ademilar. Em dezembro de 2009, ela comprou uma cota de consórcio e
quatro meses depois já havia sido contemplada por sorteio. Com a carta de crédito em mãos, Kelly quitou o financiamento imobiliário que
estava pagando desde 2007 e ainda conseguiu reformar o sobrado, localizado no bairro Jardim Moreschi, em Maringá (PR). “Se eu continuasse
com o financiamento, quitaria meu imóvel em 20 anos. Com o consórcio, este prazo caiu pela metade. Além disso, o valor das parcelas diminuiu
consideravelmente. Uma economia e tanto!”, comenta Kelly. A administradora disse que chegou a pesquisar o trabalho de outras empresas do
ramo, mas acabou optando pela Ademilar por vários motivos: especializada em consórcio de imóveis, atendimento jurídico e administrativo
completos, excelente assistência dos colaboradores e taxa de administração baixa. Agora, Kelly pretende comprar cotas para investimento.
Nome: Karine Patruni e Adriana Rachadel
Grupo: 330 - Cota: 017
As sócias Karine Patruni e Adriana Rachadel, de Joinville (SC), adquiriram em dezembro de 2009 uma cota na Ademilar. No mesmo mês, foram contempladas por lance e, em janeiro deste ano, compraram com o crédito do consórcio o terreno para a construção de uma escola de Jardim de Infância. “O consórcio não é tão burocrático quanto a outras modalidades de aquisição parcelada. A facilidade de se conquistar o crédito é maior”, comentam Karine e Adriana. A previsão é que a obra da escola, iniciada em agosto, fique pronta agora em 2011. Crianças, mamães e papais agradecem!
Foto: Elton Costa
Nome: Jacinda Kichilevcz
Grupo: 410 - Cota: 411
A casa própria dos sonhos (dezembro 2010)
A funcionária pública Jacinda Kichilevcz, de Curitiba (PR), comprou a sua segunda cota na Ademilar em fevereiro deste ano. Foi contemplada por lance em outubro e, com a carta de crédito em mãos, pretende quitar o financiamento de uma casa no bairro Capão Raso. Jacinda havia começado o financiamento junto ao banco, mas optou pelo consórcio depois de se deparar com prestações e juros muito altos.
A primeira cota ela comprou por indicação de uma amiga, há cerca de 10 anos, mas acabou vendendo o imóvel que adquiriu a partir da modalidade porque sonhava com uma casa melhor. “Escolhi de novo o consórcio por acreditar na credibilidade do sistema, que funciona como uma poupança programada. A gente se anima por saber que vai conseguir pagar as parcelas. É uma forma de investir no futuro da família”, afirma.
Foto: Eneas Gomez
Nome: Diego de Almeida Polansky
Grupo: 390 - Cota: 376
Com o casamento marcado, o gerente Diego de Almeida Polansky precisava de um imóvel antes da cerimônia. Ele conversou com a noiva e chegou a fazer uma simulação de financiamento, mas acabou optando pelo consórcio pela ausência de juros. Diego, então, comprou uma cota na Ademilar e depois de quatro meses tirou a sorte grande e a preocupação da cabeça: foi contemplado por sorteio! “Fizemos uma comparação de valores entre o financiamento e o consórcio, que nos apresentou mais vantagens. Se eu não tivesse sido contemplado, alugaria um imóvel e continuaria pagando as parcelas do consórcio, o que ainda seria mais conveniente que o financiamento”, conta. Diego escolheu com calma sua nova residência. A opção foi por um apartamento no bairro Capão Raso, em Curitiba, que estava sendo financiado por um terceiro. Com a carta de crédito em mãos, ele quitou o financiamento imobiliário e logo começou a reforma da sua tão sonhada casa própria. “Indico o consórcio de imóveis para todo mundo”, afirma o noivo.
Nome: Ilo Henrique Monteiro de Oliveira
Grupo: 180 - Cota: 158
Comprar a casa do vizinho era o que o economista Ilo Henrique Monteiro de Oliveira precisava para aumentar a dele. E não é que deu certo? A aquisição de uma cota de consórcio de imóvel da Ademilar resolveu a questão. Em 2005, Ilo foi surpreendido com a notícia de que tinha sido contemplado por sorteio. A ideia do sortudo era dar um lance, mas isto em um ano e meio. A contemplação antecipou o desejo do economista, que usou o consórcio como um complemento para comprar o imóvel que pretendia. Com a carta de crédito em mãos e uma quantia em dinheiro que ele havia guardado, a casa foi ampliada, e hoje está em um terreno de 400 metros quadrados, no bairro Vista Alegre.
Para Ilo, o consórcio oferece grupos com parcelas de baixo valor, o que torna o processo bastante acessível a muitas pessoas que sonham com a casa própria, mas não conseguem pagar um financiamento. Agora o economista quer quitar o restante das prestações com o dinheiro do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Pensando nos dois filhos, ele pretende adquirir, daqui a alguns anos, outro consórcio. “Dessa vez vou optar por um grupo com parcelas mais altas para quitar o imóvel em menos tempo”, conta Ilo.