Reforma da previdência deve estimular planejamento financeiro

Reforma da previdência deve estimular planejamento financeiro - Ademilar

Nos últimos meses, por conta do agravamento da crise econômica e dos rombos nas contas públicas, o sistema previdenciário entrou com força total no noticiário e também na pauta do governo, que criou uma comissão para elaborar uma proposta de reforma da previdência.

O atual sistema de aposentadoria, do tipo repartição, tem se mostrado insustentável por conta da diminuição na taxa de fecundidade, com as mulheres tendo menos filhos. Como explica a revista Exame, a previdência brasileira depende de uma taxa de crescimento populacional elevada para funcionar bem, mas com a redução desse indicador, o número de trabalhadores pagadores de impostos, em relação à quantidade de aposentados, diminui no decorrer do tempo.

Atualmente, de acordo com o jornal O Globo, a previdência registra um rombo crescente: os gastos saltaram de 0,3% do PIB em 1997 para uma projeção de 2,7% em 2017. Se nenhuma mudança for feita, os impostos terão que subir de forma contínua para acomodar os gastos crescentes.

Entre as mudanças que devem ser apresentadas estão a redução – e a posterior igualação – da idade mínima de homens e mulheres para se aposentar. Outra proposta é exigir que, além da idade mínima, os trabalhadores também atinjam determinado tempo de contribuição. Ainda há a possibilidade de o reajuste da aposentadoria deixar de ser atrelado ao aumento real do salário mínimo.

Diante deste debate, especialistas alertam sobre a necessidade de educação financeira entre os trabalhadores. Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), afirma: “A alternativa é se precaver, inserir a educação financeira no cotidiano, na busca de um planejamento que projete uma aposentadoria sustentável sem depender do governo”. Ele orienta ainda que a pessoa determine qual o padrão de vida quer ter na terceira idade e encontre o percentual da renda que possa poupar, através de investimentos que ofereçam melhores rendimentos.

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Veja também: Aposentadoria mais rentável e tranquila com o consórcio de imóveis

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4 comentários em “Reforma da previdência deve estimular planejamento financeiro

  • Não que a Previdência Oficial/Pública seja deficitária, o que acontece é que as Contribuições Previdenciárias precisariam ser Capitalizadas, para preservar a manutenção do seu valor nominal (atual) e ao mesmo tempo “sobreviver” para pagar os benefícios lá na frente (futuro): semelhante o que o lucro significa para perpetuação da atividade empresarial. Acontece que tudo que o Governo arrecada em Contribuições para o INSS está na modalidade: custeio, ou seja, imediatamente vai para pagamento de beneficios de quem contribuiu e de quem não contribuiu e, financia o SUS, além de ter parte do montante destinado ao contingenciamento para pagamento de juros da Divida Interna do Governo ou despesas outras não previstas como catástrofes climáticas. Feito tais esclarecimentos o Consórcio é uma fórma de Capitalização que garante o pagamento do bem à ele vinculado, por ocasião da Contemplação e, a fórma de reajuste, via de regra, justa, por traduzir a inflação do segmento que esteja inserido, como no caso de imóveis, pelo CUB (de preferência que seja CUB Local).

    • Ademilar Consórcio de Imóveis says:

      Obrigado pelo comentário, Geraldo.

      Só lembrando que a atualização não é feita pelo CUB, mas sim pelo INCC 😉

      • Quando fiz Consórcio aqui em Floripa (paguei até 2007) foi pelo CUB. o Sinduscon continua divulgando, mensalmente tal indice. No meu ponto de vista, acho mais justo, porque em Metrópolis que a demanda é maior por moradia, afeta o INCC, invibializando com isso adesão ao Consórcio, por cidades do interior (distante de Regiões Metropolitanas), se o INCC for aplicado à elas.

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