Pesquisa revela que 62% dos brasileiros não guardam dinheiro

Pesquisa revela que 62% dos brasileiros não guardam dinheiro - Ademilar

De acordo com a primeira edição do Indicador de Reserva Financeira, realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), dos 801 consumidores entrevistados, 62% afirmaram não guardar dinheiro nem possuir uma reserva financeira.

O levantamento também apontou que 29% guardam apenas o que sobra do orçamento e 7% têm o costume de reservar um valor fixo por mês. Entre os poupadores, a média reservada foi de R$ 481.

Na opinião de Roque Pellizzaro, presidente do SPC Brasil, o brasileiro não tem o hábito de poupar e, quando poupa, na maioria das vezes, o valor é referente ao que sobra do orçamento, não há planejamento.

Nas classes A e B, os poupadores habituais representaram 58% dos entrevistados e nas classes C, D e E corresponderam a 30%.

Entre os motivos que levam os poupadores a guardar dinheiro apareceram “proteger-se contra imprevistos como doenças, morte de entes” (43%) e “proteger-se contra o desemprego” (31%). Há também aqueles que poupam pensando em garantir um futuro melhor para a família (27%) ou em realizar sonhos de consumo (24%): aqui, 23% citaram como planos viajar e 18%, a compra ou quitação do imóvel.

A reserva financeira com foco na aposentadoria foi citada por apenas 17% dos participantes, um dado preocupante diante das propostas de reforma da Previdência. “A longo prazo, a falta de preparo cobra seu preço. Sem constituir uma reserva ao longo da vida, muitos idosos são obrigados a rever seu padrão de consumo ou acabam na dependência de terceiros. Em tempos de discussão sobre a reforma das regras de aposentadoria, o tema torna-se ainda mais urgente”, ressalta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

O indicador mostrou ainda que o principal destino do dinheiro é a caderneta de poupança (62%). Chama atenção também o fato de 20% dos entrevistados afirmarem que o guardam em casa.

Ainda segundo Kawauti, a carteira de investimento do poupador brasileiro é bastante conservadora: “Cultivar o hábito de reservar dinheiro é um passo importante, mas o consumidor deve considerar o retorno financeiro. […] Se o investidor opta por uma aplicação de menor rendimento quando há outros que oferecem retornos maiores, é como se ele estivesse perdendo dinheiro. Nos últimos anos, quem optou pela poupança teve parte de seu dinheiro corroído pela inflação ou, no máximo, alcançou um rendimento real muito baixo. No caso de quem manteve o dinheiro em casa, as perdas foram ainda maiores”.

Quem tem dificuldade para poupar encontra no consórcio de imóveis um excelente aliado, afinal, a modalidade também funciona como um disciplinador financeiro, incentivando o consorciado a destinar mensalmente parte de seus rendimentos para pagar as parcelas do plano, com foco em um grande projeto de vida, como a compra, reforma ou construção da casa e o investimento no mercado imobiliário.

Veja também: Quatro a cada dez jovens não se preparam para a aposentadoria

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