Curitiba, a 4ª cidade mais rica do Brasil

Curitiba, a 4ª cidade mais rica do Brasil - Ademilar

A expansão imobiliária e o desenvolvimento de outros setores, como o de serviços, transformou Curitiba na 4º cidade mais rica do Brasil. Essa informação foi apontada por um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado no início de dezembro, que mostra que entre 2005 e 2009 o Produto Interno Bruto (PIB) da capital passou de 29,6 bilhões para 45,7 bilhões.

Curitiba, a 4ª cidade mais rica do Brasil - Ademilar

Além do setor de serviços e da expansão imobiliária, a indústria, a saúde, a educação pública e a seguridade social contribuíram para melhorar o PIB de Curitiba. Segundo a pesquisa, 1,4% do PIB Nacional vem da capital do Paraná. Com Curitiba, São Paulo (1ª), Rio de Janeiro (2ª), Distrito Federal (3ª) e Belo Horzionte (5ª) representam 25,5% do total de todo o PIB nacional.

Curitiba e outras cidades paranaenses estão entre as 100 maiores economias do País. Maringá, por exemplo, ocupa a 62ª posição. Cascavel, Londrina, Araucária, Foz do Iguaçu, Paranaguá, Ponta Grossa e São José dos Pinhais também aparecem no ranking.

Veja também: Centro, local com o metro quadrado mais caro de Curitiba!

Curitiba: de cidadezinha a grande metrópole

Curitiba: de cidadezinha a grande metrópole - Ademilar

Curitiba, cidade que um dia foi chamada de Nossa Senhora da Luz e Bom Jesus dos Pinhais, está crescendo. Hoje, pode se dizer que já tem “corpo” de metrópole. Prova disso é o desempenho do mercado imobiliário – em 2010, para você ter ideia, a prefeitura liberou 31.295 de alvarás, número três vezes maior do que o registrado no início da década. Neste ano, mesmo com todas as especulações sobre a bolha imobiliária, o ritmo do mercado ficou igual.

Curitiba: de cidadezinha a grande metrópole - Ademilar

leia+

Saiba como funciona o Conselho Monetário Nacional

Saiba como funciona o Conselho Monetário Nacional - Ademilar

Todo brasileiro devia ficar atento ao que é decidido sobre a economia nacional. Afinal, é nosso dinheiro que está em jogo, certo? Sabendo da importância disso, a equipe do blog da Ademilar resolveu abordar temas relacionados a essa área do conhecimento. Então, se você pretende fazer um consórcio de imóveis ou comprar algo, fique atento ao que será publicado aqui.

O órgão mais importante do Sistema Financeiro Nacional é o Conselho Monetário Nacional (CMN), criado pela Lei 4.595, de 31 de dezembro de 1964. É esse órgão o responsável por formular a política de moeda e de crédito, desenvolvimento econômico e social do País e a estabilidade da moeda.

leia+

Preciso guardar meus comprovantes de pagamento?

Preciso guardar meus comprovantes de pagamento? - Ademilar

Muita gente não sabe por quanto tempo deve guardar um documento. Por isso, hoje o blog da Ademilar resolveu dar algumas dicas sobre o assunto, que leva em conta tanto a lei – Código Civil – como o bom-senso.

Levando em consideração o lado legal, você deve guardar um documento – uma conta – até o momento em que a comprovação do pagamento não seja mais necessária. Os prazos da prescrição, que variam de acordo com o documento, estão no Artigo 206 do Código Civil.

leia+

Preço de imóveis à venda no Brasil teve alta de quase 29% em um ano

Preço de imóveis à venda no Brasil teve alta de quase 29% em um ano - Ademilar

Nos últimos doze meses, o preço do metro quadrado de imóveis no Brasil apresentou significativo crescimento, a exemplo da valorização de 39% registrada apenas no Rio de Janeiro.

Isso é o que revelou uma pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que concluiu ainda que a média de valorização em todo o País, entre outubro de 2010 e outubro de 2011, foi de 28,8%.

De todas as regiões pesquisadas, a do Distrito Federal foi a que apresentou o maior preço médio do metro quadrado no Brasil (R$7.914). Na sequência estão Rio de Janeiro (R$ 7.218), São Paulo (R$ 5.885), Belo Horizonte (R$ 4.519), Recife (R$ 4.513), Fortaleza (R$ 4.230) e Salvador (R$ 3.287).

Veja também: Como funciona um consórcio de imóveis!

Rejeitado o Projeto de Lei que previa uso do FGTS para pagar prestações atrasadas da casa própria

Rejeitado o Projeto de Lei que previa uso do FGTS para pagar prestações atrasadas da casa própria - Ademilar

Em 28 de setembro, o Projeto de Lei (PLS 158/11), que permitia o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagamento de prestações atrasadas da casa própria, foi rejeitado pelos senadores da Comissão de Assuntos Sociais.

De acordo com a Agência Senado, foram seis votos contra a aprovação do projeto e cinco a favor. Para o senador Wellington Dias (PT-PI), que em voto separado também se manifestou contrário à proposta, o Projeto de Lei poderia estimular a inadimplência do mutuário para que possa sacar o FGTS. Dias afirmou ainda que a lei que trata do fundo já prevê que o trabalhador use o recurso para pagamento de prestações da casa própria ou para quitar seu financiamento.

Veja também: Casos em que o FGTS pode ser usado em consórcios de imóveis

Porém, de acordo com Cyro Miranda (PSDB-GO), senador e relator do projeto, a legislação atual só autoriza o saque pelo trabalhador demitido. A proposta, por outro lado, permitiria ao trabalhador em dificuldade financeira sacar o fundo, mesmo que esteja empregado.

Legislação imobiliária: a garantia do aluguel

Legislação imobiliária: a garantia do aluguel - Ademilar

Todo locatário já se deparou com esta questão: qual é a melhor garantia do aluguel? A preocupação é justificável já que, na maioria dos casos, a garantia é condição indispensável para a celebração de um contrato de locação.

A legislação imobiliária estipula que o proprietário pode exigir uma de quatro modalidades: caução, fiador, seguro-fiança ou cessão fiduciária.

A fiança é a forma mais comum de garantia, já que confirma a boa conduta dos inquilinos ou locatários. Mas, para ser aprovado, o fiador não pode ter restrições de crédito em seu nome e precisa ainda comprovar possuir renda suficiente para arcar com as despesas do novo contrato. No entanto, se a sua renda não for suficiente, é possível fazer a composição com outros fiadores. Ocorrendo o inadimplemento do inquilino, o locatário pode entrar com a ação de despejo por falta de pagamento e cobrar os valores em atraso de seus fiadores.

Veja também: Lei do Inquilinato ainda é desconhecida por muitos locadores e inquilinos

Já na caução, a garantia é feita, em grande parte, em dinheiro, podendo ter valor máximo equivalente a três meses do aluguel. A quantia é depositada pelo inquilino em caderneta de poupança, aberta em nome dele e do locador. No final do contrato, não havendo dívidas, ele retira o dinheiro e os rendimentos.

O seguro-fiança, por sua vez, é a garantia feita por uma seguradora, em um contrato de seguro específico para esse fim. A modalidade é pouco usada no Brasil, já que exige pagamento para o serviço contratado: chega a custar 1,5 aluguel por ano, algo como 12,5% a mais no valor do aluguel de um mês.

Por fim, na cessão fiduciária, as instituições autorizadas pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM) criam os fundos de investimento dos quais as pessoas podem adquirir cotas. Essas cotas, dotadas de valor econômico, podem ser dadas em garantia ao locador que, com a cessão, torna-se seu proprietário resolúvel, ou seja, recebe a propriedade por certo período de tempo.