Novo Plano Diretor de São Paulo pode impulsionar aumento nos preços dos imóveis

Novo Plano Diretor de São Paulo pode impulsionar aumento nos preços dos imóveis - Ademilar
GuoZhongHua / Shutterstock.com

No início deste mês, o novo Plano Diretor da cidade de São Paulo foi aprovado pela maioria dos vereadores, após nove meses de debates. Para entrar em vigor, o projeto depende da sanção do prefeito Fernando Haddad e da publicação no Diário Oficial da União.

O plano, obrigatório para municípios com mais de 20 mil habitantes, possui um conjunto de regras que têm por objetivo orientar o crescimento da capital paulistana nos próximos 16 anos.

O projeto prevê, por exemplo, a construção de prédios-multiúso, calçadas mais largas e empreendimentos sem muros em regiões próximas aos eixos de transporte coletivo, para incentivar o adensamento populacional. O programa inclui também a criação de um fundo para parques, destinado à implantação de áreas verdes na cidade, e a ampliação das zonas voltadas à produção de residências para famílias de baixa renda, entre outras metas.

Se por um lado o plano estimula a construção de prédios na proximidade das estações de transporte coletivo, nos miolos da cidade o que acontece é o inverso. Nestas áreas, os edifícios poderão ter no máximo 2,5 vezes o tamanho do terreno. Caso seja ultrapassado o estabelecido no programa, as construtoras terão de pagar a chamada outorga onerosa ao governo, ou seja, uma contrapartida financeira.

Com a nova regra, a tendência é a diminuição do potencial de aproveitamento dos terrenos, além do aumento dos custos de construção, o que pode acarretar em imóveis com preços mais altos.

Alguns especialistas, como Cláudio Bernardes, presidente do Secovi-SP, acreditam que existe a possibilidade de os valores aumentarem também nas regiões onde a construção será incentivada. Nos eixos de transporte não haverá limite de altura para os prédios, e as edificações poderão ser quatro vezes maiores do que os terrenos, o que talvez estimule as construtoras a investir nestes locais e, consequentemente, impor um sobrepreço nos empreendimentos.

Em função da demora para aprovar o plano, muitas construtoras, já prevendo alterações nas normas relativas aos terrenos, correram contra o tempo para aprovar seus projetos dentro da antiga legislação. Por conta disso, os consumidores só deverão sentir o impacto no bolso dentro de um ano, em média.

Veja também: Aluguel residencial em São Paulo aumentou 9,48% em 2013

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