Pratos típicos da gastronomia de Minas Gerais

Pratos típicos da gastronomia de Minas Gerais - Ademilar

Em Minas Gerais, a Ademilar está presente com uma Unidade de Negócio na capital, Belo Horizonte, inaugurada recentemente.

Segundo o portal Descubra Minas, a culinária mineira foi influenciada principalmente pelos índios, portugueses e escravos africanos. As contribuições do povo indígena foram as habilidades na caça e na coleta, além do cultivo de abóbora, amendoim, mandioca e milho. Os portugueses, por sua vez, trouxeram legumes como o quiabo e a couve, além de galinhas, arroz, trigo, cebolinha, alho e laranja. Já dos escravos se herdaram os caldos, que provêm dos alimentos assados (a cozinha africana prefere os pratos preparados desta forma, em vez de frituras).

Confira a seguir os principais pratos típicos da gastronomia de Minas Gerais.

Ambrosia

De origem ibérica, este doce surge num contexto em que havia a necessidade de aproveitar tudo: leite, ovo, cravo e canela. Típica das mesas mineiras, a ambrosia leva, além dos ingredientes citados, açúcar e casca de limão. Depois de cozida, a mistura é levada à geladeira.

Angu

Um engrossado de fubá de milho, o angu não deve ser confundido com a polenta, que tem origem italiana e é tradicional na Região Sul do país. É preparado apenas com fubá e água, sem a adição de sal. Caso não seja feito cuidadosamente, ele pode empelotar, daí a expressão “tem caroço nesse angu”.

Bambá de couve

Surgiu em Ouro Preto, na época da escravidão. Diz-se que os escravos aproveitavam o mingau de fubá que sobrava da Casa Grande e incrementavam a receita com couve rasgada e partes de carne que recebiam, como pé e orelha de porco, que com o tempo foram substituídos por linguiça.

Fígado com jiló

É um dos pratos mais tradicionais do Mercado Central, em Belo Horizonte. Inaugurado em 1929, o local abrigava também um abatedouro e o fígado e o jiló estavam entre os ingredientes mais baratos que operários, feirantes e açougueiros podiam encontrar. Atualmente um dos principais símbolos dos botecos da capital, o fígado com jiló deve ser consumido preferencialmente de pé, perto do balcão.

Frango com ora-pro-nóbis

Podendo ser utilizado em saladas, omeletes e outras preparações, o ora-pro-nóbis também é uma ótima combinação para o frango. Típica das Américas e bastante popular nos quintais de Minas Gerais, teve origem nas cidades mineiras do Brasil colonial. Na época, a planta cercava as igrejas e os moradores locais aproveitavam o momento da oração para colher as folhas, por isso ganhou o nome em latim (rogai por nós). O ora-pro-nóbis também é conhecido como carne vegetal, por ser rico em proteínas.

Frango com quiabo

Tradicional da culinária mineira desde o século 19, o prato tem influências africanas, indígenas e portuguesas. A receita, que consiste em um ensopado da ave com o quiabo, deve ser preparada com frango caipira.

Leitão à pururuca

O leitão à pururuca é feito com o porco inteiro, marinado por até 12 horas em uma mistura de suco de limão, azeite, vinho, alho, sal e pimenta do reino. Depois, a carne é assada em forno a lenha. Para finalizar, a superfície é resfriada com gelo e então recebe óleo bem quente, até que a pele fique crocante. A receita normalmente acompanha arroz branco, feijão-tropeiro e couve refogada.

Panelada de campanha

Também conhecido como cozido à moda mineira ou simplesmente cozido mineiro, o prato leva carne de vaca, linguiça, legumes, banha e farinha de mandioca, que antigamente era servida sem sal, por ele ser um produto escasso. Com as devidas modificações ao longo do tempo, o prato ganhou mais tempero e sabor.

Pão de queijo

Provavelmente a comida mais conhecida de Minas Gerais, a origem do pão de queijo é incerta. De acordo com alguns historiadores, foi criado no século 18, quando as cozinheiras das fazendas de Minas Gerais passaram a substituir o trigo pela farinha de mandioca nas suas receitas de pães. Acrescentavam também polvilho, leite, ovos e sobras de queijo que endureciam. Outros registros afirmam que a receita surgiu na época da escravidão a partir da junção dos ovos e do leite com a mandioca. A mistura levava também um queijo de sabor intenso.

A responsável por tornar o pão de queijo conhecido e disseminar a receita pelo país foi a mineira Arthêmia Chaves Carneiro, uma simpática senhorinha que estampa a rede de lojas “Casa do Pão de Queijo”. Na década de 60, ela vendia os pãezinhos para diversos restaurantes de São Paulo e após perceber que faziam muito sucesso, decidiu abrir uma loja própria no centro da capital paulista.

Quibebe 

De origem africana, o quibebe é um purê de abóbora temperado com alho, cebola e cheiro-verde. Geralmente acompanha alguma carne, como costela ou frango.


Tutu à mineira

O prato tradicional dos almoços mineiros de domingo consiste em feijão preto ou feijão-roxinho cozido e engrossado com farinha de mandioca ou de milho. Após atingir uma consistência pastosa, o tutu é servido em travessa ou panela de barro, decorado com torresmo, cheiro-verde e ovos cozidos. Acompanha também arroz e couve.

Veja também: Pratos típicos da gastronomia da Bahia

Sobre a Ademilar

A Ademilar é especialista e pioneira em consórcio de imóveis no Brasil, desde 1991 já atendeu mais de 50 mil clientes e comercializou mais de 10,5 bilhões em créditos. Se o seu objetivo é comprar, construir, reformar, investir em imóveis, garantir o futuro dos filhos ou fazer uma aposentadoria imobiliária, a Ademilar irá te ajudar a planejar o seu futuro e o de sua família!

Acesse o site e faça uma simulação www.ademilar.com.br

Conheça mais sobre consórcio

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *