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Por que o consórcio está sobrevivendo?
11 de julho de 2017

Por que o consórcio está sobrevivendo?

Entre janeiro e maio de 2017, as vendas de consórcios cresceram 7,8%, em comparação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados esta semana pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). No setor imobiliário, a venda de novas cotas aumentou 12,7% e o valor de créditos comercializados subiu 32,7%, comparativamente.

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (10 de julho) pelo SPC Brasil revelou que 80% dos brasileiros fizeram cortes no orçamento no primeiro semestre de 2017, em virtude das oscilações da economia e do desemprego. Mesmo com esse cenário, o setor de consórcios manteve a curva de crescimento. Os principais motivos são a facilidade de obtenção de crédito e as taxas menores, em comparação ao financiamento.

A bancária Solange Galbiati é um bom exemplo disso. Ela comprou um terreno e construiu a casa com cartas de crédito de consórcio imobiliário. “Os custos de uma obra são imprevisíveis e por isso preferi utilizar cotas de consórcio para suprir as necessidades que apareciam”, comenta. Ao todo, foram sete cartas de crédito utilizadas para finalizar a obra, que durou um ano e meio. “Se dependesse da burocracia e restrições do financiamento, talvez eu ainda não estivesse morando na minha casa”, destaca.

A Ademilar, primeira empresa do Brasil a trabalhar especificamente com consórcio imobiliário, acompanha o crescimento registrado pela ABAC. No primeiro semestre de 2017, a empresa, que atua na região Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil, registrou recorde de vendas, com aumento de 21% nos créditos comercializados, em comparação ao mesmo período de 2016.

De acordo com a diretora-superintendente da Ademilar, Tatiana Schuchovsky Reichmann, o consórcio está cada vez mais consolidado como uma forma inteligente de investimento. “Estamos há 25 anos no mercado e a cada ano registramos um crescimento maior. Somente nesse semestre foram mais de R$ 168 milhões de créditos comercializados. Isso demonstra a confiança do consumidor em investir na modalidade, mesmo em um período turbulento”, analisa.

Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, complementa: “o consórcio contribui na gestão das finanças pessoais e na consequente formação da cidadania financeira do consumidor”.

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